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segunda-feira, 28 de março de 2011
Liberdade de expressão
Tinha o direito de publicar tudo aquilo que lhe pagassem bem.
Isso pertence a...
ctrl c ctrl v,
estresse trabalhista,
gente grande,
mas heim?,
microconto,
mundo mundo vasto mundo,
no trabalho
terça-feira, 30 de novembro de 2010
(In)Direta
30 de novembro de 2010.
Última edição do jornal em novembro.
Manchete: Você já recebeu a primeira parcela do seu 13º salário? Hoje é o prazo máximo.
Reação do chefe, dono do jornal, ao vê-lo pela manhã: "Olha essa Paula me dando indireta".
Efeito na conta bancária da Paula e dos outros funcionários, hoje: Nenhum. Droga!
Última edição do jornal em novembro.
Manchete: Você já recebeu a primeira parcela do seu 13º salário? Hoje é o prazo máximo.
Reação do chefe, dono do jornal, ao vê-lo pela manhã: "Olha essa Paula me dando indireta".
Efeito na conta bancária da Paula e dos outros funcionários, hoje: Nenhum. Droga!
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a senhora dos micos,
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quinta-feira, 11 de novembro de 2010
Megafone
Hoje estamos, jornalistas do Paraná, de preto e roxo.
Porque cansamos de tanto trabalho e tão pouco reconhecimento-remuneração-tempo pra nós mesmos.
Vista-se também de preto ou roxo.
Para que nossos patrões entendam: jornalista sim, sem prostituição da profissão.
Aumento real e ampliação dos nossos direitos.
Porque somos jornalistas e temos, sim, mais que deveres.
E devemos fazer valer nossos direitos.
Isso pertence a...
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segunda-feira, 8 de novembro de 2010
Você é uma arte...
Nunca trabalhei num veículo de comunicação onde tivesse tão pouco feedback. Hoje, contudo, recebi uma mensagem no jornal que me fez começar bem o dia. É a seguinte:
"Bom dia Paula!! A Cia de mamborê e eu também agradecemos sua preciosa atenção quanto a divulgação de nosso trabalho. Registramos que é de fundamental importância para nós que nos empenhamos em fazer da arte arte. E concluindo: Você é uma arte em nos dar esta atenção."
Adorei. =)
"Bom dia Paula!! A Cia de mamborê e eu também agradecemos sua preciosa atenção quanto a divulgação de nosso trabalho. Registramos que é de fundamental importância para nós que nos empenhamos em fazer da arte arte. E concluindo: Você é uma arte em nos dar esta atenção."
Adorei. =)
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feliz demais da conta,
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quinta-feira, 15 de abril de 2010
Click
No início das eleições, com duas chapas concorrentes. Alguém da imprensa, ao ver os presidenciáveis posando juntos para uma foto, corre para dar o seu clique.
- Isso, deixa eu tirar uma foto de vocês rindo enquanto os dois ainda podem rir...
Humor... ácido?! (Adoro!)
- Isso, deixa eu tirar uma foto de vocês rindo enquanto os dois ainda podem rir...
Humor... ácido?! (Adoro!)
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futricando,
gente grande,
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pérolas
sexta-feira, 15 de janeiro de 2010
Quando o tiro sai pela culatra...
Final de fechamento, início de reunião. Na sala do chefe, 4 dos 5 chefes, Larissa e eu.
- ... porque ele criou um blog que eu acho que vai ter uma boa aderência na cidade...
- Aderência - pergunta, entre risos, um deles.
- Isso - digo eu, cheia de mim.
Risos. Incessantes.
- Não seria adesão, Paula?!
- Ou isso.
Mico, vergonha. Fiasco.
- Modes que tem aderência, Paula - ri um dos chefes.
Aí caio eu na risada.
- Modes?
- É, modes...
- É que eu não ouço falar em modes há muito tempo.
E todo mundo cai na risada.
Pobre chefe, juro que não tinha a intenção de deixá-lo constrangido. Mas acho que ele ficou pensando que tinha falado alguma coisa jurássica, sei lá.
Enfim, dos micos, o menor...
- ... porque ele criou um blog que eu acho que vai ter uma boa aderência na cidade...
- Aderência - pergunta, entre risos, um deles.
- Isso - digo eu, cheia de mim.
Risos. Incessantes.
- Não seria adesão, Paula?!
- Ou isso.
Mico, vergonha. Fiasco.
- Modes que tem aderência, Paula - ri um dos chefes.
Aí caio eu na risada.
- Modes?
- É, modes...
- É que eu não ouço falar em modes há muito tempo.
E todo mundo cai na risada.
Pobre chefe, juro que não tinha a intenção de deixá-lo constrangido. Mas acho que ele ficou pensando que tinha falado alguma coisa jurássica, sei lá.
Enfim, dos micos, o menor...
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terça-feira, 15 de dezembro de 2009
Ossos do ofício
Segunda-feira, depois do fechamento, eu e Larissa, minha amiga de muitas jornadas, acompanhamos uma ação do Centro de Referência em Assistência Social (Creas) em uma campanha que estão iniciando, contra a exploração sexual e a situação de rua.
Vamos a um posto desses que lotam de garotas - e garotos - de programa, na expectativa de entrevistar alguém que já está há tempos no ramo. Conversamos com duas mulheres, uma de 46 e outra de 50. Ao final da conversa, paramos ao lado de Tião, agente do Creas. Conversávamos quando, de repente, um carro para na esquina. Olhamos, assustadas. Dentro do carro, um homem chama por nós. Nos entreolhamos e pedimos que Tião vá falar com ele. De acordo com ele, o diálogo foi mais ou menos assim:
- Você conhece as duas?
- Não, elas não são como as outras mulheres daqui?
- Não, rapaz. Elas só estão trabalhando!
...
Bom que o Tião ajuda!
Vamos a um posto desses que lotam de garotas - e garotos - de programa, na expectativa de entrevistar alguém que já está há tempos no ramo. Conversamos com duas mulheres, uma de 46 e outra de 50. Ao final da conversa, paramos ao lado de Tião, agente do Creas. Conversávamos quando, de repente, um carro para na esquina. Olhamos, assustadas. Dentro do carro, um homem chama por nós. Nos entreolhamos e pedimos que Tião vá falar com ele. De acordo com ele, o diálogo foi mais ou menos assim:
- Você conhece as duas?
- Não, elas não são como as outras mulheres daqui?
- Não, rapaz. Elas só estão trabalhando!
...
Bom que o Tião ajuda!
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segunda-feira, 30 de novembro de 2009
Imparcial
A gente aprende, na faculdade, a sempre buscar a isenção quando vamos atrás da notícia. Alguns sonhadores ainda acreditam na imparcialidade.
Hoje fui cobrir a confraternização de Natal das crianças que sofreram algum tipo de violência. Tinha até uma menininha de, no máximo, 2 anos.
Como ser imparcial numa hora dessas?
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vida bandida
sexta-feira, 25 de setembro de 2009
"Acertei errando!"
Quinta-feira, dia de fechamento. Lê-se: corrido pra caramba.
Chego mais cedo que o resto do pessoal, como é comum nesses dias. Quando meu chefe chega, ele comenta alguma coisa sobre a data: 24 de setembro.
- Hoje é dia 24, Sérgio?! - pergunto, assustada.
- É sim...
- De setembro?!
- Isso...
- Nossa! Hoje é aniversário do meu tio, tenho que ligar para ele.
- Putz! Ontem foi aniversário da minha irmã e eu esqueci de ligar! Deixa eu ligar para ela.
E pega o telefone. A partir de então, sou apenas espectadora, ouvinte.
- Oi! Tudo bom?! Foi teu aniversário ontem, né, e eu esqu... aaaah... é hoje?! Acertei errando, então! Parabéns, feliz aniversário.
...
Nem precisa dizer que rolei de rir, né?!
Chego mais cedo que o resto do pessoal, como é comum nesses dias. Quando meu chefe chega, ele comenta alguma coisa sobre a data: 24 de setembro.
- Hoje é dia 24, Sérgio?! - pergunto, assustada.
- É sim...
- De setembro?!
- Isso...
- Nossa! Hoje é aniversário do meu tio, tenho que ligar para ele.
- Putz! Ontem foi aniversário da minha irmã e eu esqueci de ligar! Deixa eu ligar para ela.
E pega o telefone. A partir de então, sou apenas espectadora, ouvinte.
- Oi! Tudo bom?! Foi teu aniversário ontem, né, e eu esqu... aaaah... é hoje?! Acertei errando, então! Parabéns, feliz aniversário.
...
Nem precisa dizer que rolei de rir, né?!
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quarta-feira, 2 de setembro de 2009
Um elefante incomoda muita gente...
Adoro trabalhar aqui no jornal. O clima é gostoso, não é puxado demais (apesar de que, nos últimos dias, tem sido barra!!!) e tenho liberdade (até certo ponto) para decidir o que é ou não é.
Entretanto, ter que obedecer a ideias distintas de 4 (ou 5) sócios diferentes me mata. E eu precisava desabafar isso.
Entretanto, ter que obedecer a ideias distintas de 4 (ou 5) sócios diferentes me mata. E eu precisava desabafar isso.
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segunda-feira, 17 de agosto de 2009
Conversa de trabalho
Durante o fechamento do jornal, análises profundas.
- Eu gosto da palavra 'incisivo'.
- Me lembra dente.
...
É por isso que eu amo ser jornalista.
- Eu gosto da palavra 'incisivo'.
- Me lembra dente.
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É por isso que eu amo ser jornalista.
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quarta-feira, 17 de junho de 2009
Jornalisticando
Ontem foi a inauguração da Câmara da Mulher Empreendedora e Gestora de Negócios. Eu não fui convidada, mas o jornal foi. Então, fui. Em nome do jornal.
Na verdade, fomos. Eu e o Biscoito, colunista social. 'Chiquerê' o tal do evento, como já diria minha avó.
Lá pelas tantas, levantei e fui tirar umas fotos, nada demais. E a cerimonialista pegou o microfone.
"Por favor, o dono do Honda Civic placa tal tal tal..." Eu já tinha tirado umas fotos e estava voltando para a mesa. "...seu carro está estacionado em frente a uma garagem..." Cheguei à mesa, peguei a bolsa da máquina e estava guardando a máquina, de pé ainda. "... e o dono quer entrar. Pedimos sua colaboração em tirar o carro do lugar..." A essa altura, o Biscoito não estava mais aguentando.
- Senta, Paula - ele disse.
- Já sento, só vou terminar de guardar a máqu...
- Paula, tá todo mundo te olhando achando que o Honda é seu. Senta!
E realmente estava. Todo mundo virado na minha direção, a única tança em pé no local. Mas, gente, eu fui à pé! E nem dirigir eu dirijo...
...
Agora, qualquer um é jornalista. Também, num país onde qualquer um é presidente...
Na verdade, fomos. Eu e o Biscoito, colunista social. 'Chiquerê' o tal do evento, como já diria minha avó.
Lá pelas tantas, levantei e fui tirar umas fotos, nada demais. E a cerimonialista pegou o microfone.
"Por favor, o dono do Honda Civic placa tal tal tal..." Eu já tinha tirado umas fotos e estava voltando para a mesa. "...seu carro está estacionado em frente a uma garagem..." Cheguei à mesa, peguei a bolsa da máquina e estava guardando a máquina, de pé ainda. "... e o dono quer entrar. Pedimos sua colaboração em tirar o carro do lugar..." A essa altura, o Biscoito não estava mais aguentando.
- Senta, Paula - ele disse.
- Já sento, só vou terminar de guardar a máqu...
- Paula, tá todo mundo te olhando achando que o Honda é seu. Senta!
E realmente estava. Todo mundo virado na minha direção, a única tança em pé no local. Mas, gente, eu fui à pé! E nem dirigir eu dirijo...
...
Agora, qualquer um é jornalista. Também, num país onde qualquer um é presidente...
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segunda-feira, 25 de maio de 2009
Coisas dessa vida...
É muito raro eu atender o telefone do jornal. Hoje, entretanto, atendi. Na segunda vez que tocou, o Sérgio me pediu que atendesse e atendi.
- Correio do Cidadão.
- Alô, quem fala?
- Paula.
- Paula?
- Isso.
- Paula de Assis Fernandes?
Peraí. Eu não conhecia a voz e ela sabia meu nome inteiro? Eu não sou famosa, fazem apenas duas semanas que estou aqui. Solto, então, um 'isso...', assustada.
- Oi, Paula, tudo bom? Aqui é a Eliane, mãe do Ricardo...
Pausa para a contextualização.
Ricardo é o pai do meu afilhado. Antes disso, era meu amigo na faculdade. Depois que 'virou pai', eu e ele brigamos. Levando em consideração que ele me adicionou de novo essa semana no orkut, acho que estamos fazendo as pazes. Detalhe: ele e a família são daqui. A dona Eliane, mãe dele, eu já conheço. Fui na casa dela, uma vez, sem conhecer. Já estava brigada com o Ricardo, mas como ele fugia da profissão de pai, fui apelar para a profissional avó. Não foi o melhor dos encontros.
Então, quando a voz do outro lado do telefone se identificou , não sei nem explicar o que pensei, senti, nada. Sei que fiquei com vontade de rir, muita.
- Oi, dona Eliane. Tudo bem?
- Tudo. A Graci me disse que você está morando aqui em Campo Mourão, fiquei muito feliz. Resolvi te ligar para desejar boas-vindas e pedir um favor. Você tem tempo?
- Olha, dona Eliane, agora eu estou terminando uma matéria.
- Você trabalha em que período? Tem algum horário livre?
- Meu horário de almoço, geralmente do meio dia às duas.
- Ah, então posso pegar você aí amanhã, pra gente conversar? Ou melhor, que hora você sai hoje?
- Às 18h - detalhe, eram 20 pras 18h.
- Ai, que bom. E eu posso passar aí hoje mesmo?
- Pode, pode sim.
- Então já, já estou aí.
E era já, já mesmo. Às 17h55 a recepcionista me chama.
- Paula, a Eliane já está te esperando lá na frente.
Desligo o computador, pego minhas coisas e vou ao 'encontro'.
- Oi, dona Eliane, tudo bem?
- Oi, Paula! Olha só, fiquei com medo de ter te esquecido, mas lembrava direitinho do seu rosto! Tudo bem? Está aqui há quanto tempo? Está gostando de Campo Mourão? A Graci me disse que você vai para lá no final de semana, é verdade?...
...
Embaraçoso, mas bem menos traumático do que eu imaginava.
Dizem mesmo que a vida tem dessas...
- Correio do Cidadão.
- Alô, quem fala?
- Paula.
- Paula?
- Isso.
- Paula de Assis Fernandes?
Peraí. Eu não conhecia a voz e ela sabia meu nome inteiro? Eu não sou famosa, fazem apenas duas semanas que estou aqui. Solto, então, um 'isso...', assustada.
- Oi, Paula, tudo bom? Aqui é a Eliane, mãe do Ricardo...
Pausa para a contextualização.
Ricardo é o pai do meu afilhado. Antes disso, era meu amigo na faculdade. Depois que 'virou pai', eu e ele brigamos. Levando em consideração que ele me adicionou de novo essa semana no orkut, acho que estamos fazendo as pazes. Detalhe: ele e a família são daqui. A dona Eliane, mãe dele, eu já conheço. Fui na casa dela, uma vez, sem conhecer. Já estava brigada com o Ricardo, mas como ele fugia da profissão de pai, fui apelar para a profissional avó. Não foi o melhor dos encontros.
Então, quando a voz do outro lado do telefone se identificou , não sei nem explicar o que pensei, senti, nada. Sei que fiquei com vontade de rir, muita.
- Oi, dona Eliane. Tudo bem?
- Tudo. A Graci me disse que você está morando aqui em Campo Mourão, fiquei muito feliz. Resolvi te ligar para desejar boas-vindas e pedir um favor. Você tem tempo?
- Olha, dona Eliane, agora eu estou terminando uma matéria.
- Você trabalha em que período? Tem algum horário livre?
- Meu horário de almoço, geralmente do meio dia às duas.
- Ah, então posso pegar você aí amanhã, pra gente conversar? Ou melhor, que hora você sai hoje?
- Às 18h - detalhe, eram 20 pras 18h.
- Ai, que bom. E eu posso passar aí hoje mesmo?
- Pode, pode sim.
- Então já, já estou aí.
E era já, já mesmo. Às 17h55 a recepcionista me chama.
- Paula, a Eliane já está te esperando lá na frente.
Desligo o computador, pego minhas coisas e vou ao 'encontro'.
- Oi, dona Eliane, tudo bem?
- Oi, Paula! Olha só, fiquei com medo de ter te esquecido, mas lembrava direitinho do seu rosto! Tudo bem? Está aqui há quanto tempo? Está gostando de Campo Mourão? A Graci me disse que você vai para lá no final de semana, é verdade?...
...
Embaraçoso, mas bem menos traumático do que eu imaginava.
Dizem mesmo que a vida tem dessas...
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vida bandida
sexta-feira, 22 de maio de 2009
'A' entendida...
O ônibus passou mais cedo e, consequentemente, eu cheguei mais cedo no trabalho (depois de alcançar o ônibus, claro!). Nenhum carro na porta. Abro minha bolsa, pego a chave e penso... "Qual é mesmo a senha... aaaah, sim, lembrei!".
Nisso, chega o menino que faz as entregas. Me pergunta se não tem ninguém. Eu, toda me achando, digo que não, mas que não se preocupasse que eu tenho a chave.
Abro a porta e digito a senha no alarme.
Pi-pi-pi-pi-pi-pi-pi-pi-pi-piiii...
"Ops! Será que não era essa senha?"
E o pi-pi-pi continuando, sem parar...
"Ai, meu Deus... que senha que é... mas era essa... o Sérgio me disse que era essa..."
A essa altura, o menino estava se segurando para não rir na minha cara. E o celular, que se esconde na bolsa, nessas horas?!
"Ei, você tem o número do Sérgio? Vou ligar para ele e perguntar qual a senha..."
E, enquanto estou ligando, a porta se abre. "Sérgio?! Ué, o que você está fazendo aí dentro?"
"Paula, por que você ligou o alarme?"
...
É, eu realmente entendo das coisas...
Nisso, chega o menino que faz as entregas. Me pergunta se não tem ninguém. Eu, toda me achando, digo que não, mas que não se preocupasse que eu tenho a chave.
Abro a porta e digito a senha no alarme.
Pi-pi-pi-pi-pi-pi-pi-pi-pi-piiii...
"Ops! Será que não era essa senha?"
E o pi-pi-pi continuando, sem parar...
"Ai, meu Deus... que senha que é... mas era essa... o Sérgio me disse que era essa..."
A essa altura, o menino estava se segurando para não rir na minha cara. E o celular, que se esconde na bolsa, nessas horas?!
"Ei, você tem o número do Sérgio? Vou ligar para ele e perguntar qual a senha..."
E, enquanto estou ligando, a porta se abre. "Sérgio?! Ué, o que você está fazendo aí dentro?"
"Paula, por que você ligou o alarme?"
...
É, eu realmente entendo das coisas...
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